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27 de março de 2026

Time Shamell se mobiliza para conquistar o título do Jogo das Estrelas na despedida da lenda

Em 2018, o NBB Mundo subiu ao topo no Jogo das Estrelas pela última vez. De lá para cá, o formato mudou, o espetáculo cresceu e ganhou novas dinâmicas, mas a essência continua intacta: celebrar os grandes nomes da liga. Neste sábado (28/03), no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, o MVP daquela edição volta ao centro do palco com um objetivo claro: transformar despedida em título.

Shamell estará em quadra para sua última participação no Jogo das Estrelas, carregando não apenas a função de capitão, mas também o peso de uma trajetória que o coloca entre as maiores lendas do NBB CAIXA. E, se depender do desejo do protagonista, o roteiro já está traçado. Encerrar o jejum e sair com o troféu nas mãos.

Os fiéis escudeiros serão Dontrell Brite (Bauru Basket), Elyjah Clark (Corinthians), Facundo Corvalan (CAIXA/Brasília), David Jackson (Sesi Franca), Jeremy Hollowell (Ceisc/União Corinthians), Jordan Willians (KTO Minas), Alex Negrete (Flamengo) e David Sloan (Pinheiros). O treinador será Gustavinho De Conti, técnico do Pinheiros, líder do NBB CAIXA.

Time Shamell durante o treino nesta sexta-feira no Ginásio do Ibirapuera. Foto: Marcos Limonti / RELANCE

E o Time Shamell não estará completo apenas com jogadores e comissão técnica. Dentro da proposta inovadora do Jogo das Estrelas, cada equipe conta também com um padrinho, figura que aproxima ainda mais o espetáculo do entretenimento e da cultura do público. Ao lado do grupo estará Fê Medeiros, que assume esse papel especial e entra em quadra antes dos dois minutos finais para um arremesso que pode decidir o jogo.

O grupo reúne jogadores que reconhecem a dimensão histórica do momento. A despedida de Shamell não passa despercebida. Ela serve como combustível. “É uma honra para mim poder fazer parte do Jogos das Estrelas no ano de despedida do Shamell. Poder jogar ao lado dele é muito significativo e vamos tentar sair com uma vitória”, enfatizou o compatriota Jordan Willians, deixando claro que o objetivo vai além da celebração. É competir para coroar a ocasião.

Elyjah Clark segue na mesma linha, reforçando o respeito construído pelo capitão ao longo dos anos no basquete brasileiro, afinal são 18 temporadas. “Eu tenho muito respeito por toda a carreira que o Shamell construiu no basquete brasileiro. Estou muito feliz por poder fazer parte da despedida e vamos dar nosso melhor para sairmos vencedores.”

A conexão com a história do ala-armador também atravessa fronteiras. O argentino Facundo Corvalan relembra o primeiro contato com o ídolo ainda no início de sua trajetória no país. “Ele estava no Mogi, é ídolo por aqui e eu pude ver o quão gigante ele é para o basquete brasileiro. Então é aproveitar o momento e poder curtir essa última participação dele”, conclui.

Entre respeito, admiração e competitividade, o Time Shamell entra em quadra com um propósito coletivo muito bem definido. Em um evento que celebra o espetáculo, a despedida de uma lenda ganha contornos ainda mais especiais quando acompanhada de ambição e de uma dinâmica que amplia as possibilidades dentro do jogo. Se o roteiro permitirá o final perfeito, só a quadra dirá.

O Jogo das Estrelas 2026 é um evento organizado pela Liga Nacional de Basquete com patrocínio máster das Loterias CAIXA, da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal, parceria oficial do Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), chancela da Confederação Brasileira de Basketball, bola oficial Molten, marca oficial Kappa, patrocínios oficiais Eurofarma, Whirlpool e Skyone, apoio da Secretaria de Esportes do Estado de São Paulo, da Lei de Incentivo ao Esporte do Governo Federal e da Rádio Mix.

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